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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Toronto e a neve


Como podem ver pela foto junta estou no meio da neve, o que seria muito difícil acontecer na minha ilha. Como a Seeker vai ter o seu aniversário no próximo dia 10, metemo-nos no avião, atravessámos o Atlântico e aterrámos no novo mundo. O calor e o carinho da recepção dispensada pela nossa família fez-nos facilmente esquecer os quatro graus negativos com que a cidade de Toronto nos recebeu. Já tivemos um vislumbre do programa das festas que conta entre outras coisas com uma viagem a Niagara Falls, uma visita ao museu da cidade, um midnight bowling e claro as sempre omnipresentes expedições de compras nos vários centros comerciais da cidade.
Hoje apesar do jet-leg e ainda com quatro graus negativos ja demos um passeio. Amanhã será a visita ao ˝ROM˝ Royal Toronto Museum e à noite um sensacional bowling, o meu primeiro.


Saudações

O Viajante


sábado, 1 de agosto de 2009

Porque gosto do teu sorriso



Adoro o teu sorriso Porque é:

Radioso como o sol ao meio dia

Forte como aquela onda que nos alaga completamente

Seguro como um porto de abrigo em dias tristes

Cristalino como a água daquela cascata na Serra da Estrela

Doce como os pastéis de nata daquela lojinha do Colombo

Quente como o solinho que gostamos de sentir num dia de Inverno

Tranquilo como aquele por do sol à beira mar

Revelador porque diz o que a tua alma sente

Envolvente porque nos cerca de uma luz com cambiantes de arco-iris

Saudoso porque sentimos a sua falta quando não o temos

Imenso como o amor que transparece nos teus olhos


E pronto agora já sabes!


Um Beijo terno linda Seeker


O Viajante

domingo, 19 de julho de 2009

Hoje vi estrelas!


E pronto já cá estamos no nosso lugar de férias.

Uma paisagem serrana com um hotel com ar alpino, com piscinas e spa. Os ingredientes estão presentes, portanto julgo tudo irá correr bem e serão com certeza momentos para recordar.

Claro que para um homem que vive junto ao mar, a montanha pode em determinadas alturas nos fazê-lo sentir-se claustrofóbico. Eu tenho uma técnica, quando me sinto assim, olho para o céu e foi isso que fiz ontem.

Dei por mim a pensar na Ursa Maior e na sua filha mais pequena, na Cassiopeia e na sua forma em W, na Orion e nas três estrelinhas que se encontram no seu centro e que por cá se chamam as Três Marias. Até apontei a Estrela Polar e como não podia deixar de ser Venus.

Muitos destes corpos celestes estão a distâncias inimaginaveis, daí que sejam medidas em “anos-luz” ou seja a distância que a luz percorre durante um ano, qualquer coisa como 9 triliões de quilómetros.

Tirando o nosso Sol a estrela mais perto de nós , Proxima da constelação Alfa de Centauro, está a cerca de 4,5 anos-luz mais ou menos 40 triliões de quilómetros.

A sonda Voyager, a mais rápida de todas as naves construidas pelo homem, demoraria 700 mil anos a percorrer essa distancia.

Depois de ter pensado tudo isto olhei de novo para as estrelas e pensei quão falíveis podem ser os nossos sentidos, talvez quem saiba estou a olhar para um céu que já não existe. Talvez algumas das estrelas que me enviaram a luz que hoje eu estou a receber, tenham deixado de existir há milhões de anos atrás.

De facto somos seres bem adaptados ao nosso planeta contudo teremos que desenvolver outras capacidades se queremos sair dele, seja para o espaço seja para outros planos.

Os nossos cientistas também estão cada vez mais na onda dos felizes que acreditam sem terem visto.

Saudações

O viajante

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Estou nas nuvens!!


Não em sentido figurado mas na verdadeira acessão da palavra. Estou a cerca de dez mil metros sobre o Atlântico a caminho de Lisboa e de umas férias, não sei se merecidas mas sem dúvida necessárias.

Ao ver-me dentro deste charuto a oitocentos quilómetros por hora não pude deixar de pensar no que a nossa espécie tem feito na tentativa de se adaptar ao planeta e nos riscos que muitas pessoas correm todos os dias atravessado o mar ou o ar, dois ambientes hostis para qualquer ser humano, confiando apenas na tecnologia, isto claro apesar de existiram falhas que conduzem inúmeras vezes ao desastre

"Crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra". Esta frase, tida como palavra de Deus transcrita do Antigo Testamento, parece dar a ideia que Ele queria que fizéssemos a terra à nossa imagem, mudando-a de acordo com as nossas necessidades, aparentemente deixando a porta aberta a todo o tipo de agressões ambientais e outras.

No entanto seria bom que os defensores da última parte da frase dessem atenção à primeira palavra : crescei.

Só crescendo sobretudo em espírito é que conseguiremos ver que a palavra chave na nossa relação com o planeta não é domínio mas sem simbiose.

Saudações

O viajante

segunda-feira, 8 de junho de 2009

O Caminho e a busca do Equilibrio


A forma como interajo com as pessoas e com o ambiente à minha volta resulta com certeza das experiências que fui vivendo desde que cá cheguei.
A tolerância em relação aos outros bem como a capacidade de os ouvir, ajudar e até perdoar se for caso disso, não são atitudes fáceis e eu admito que nestes anos tive e tenho algumas intolerâncias por resolver, não ajudei algumas pessoas que podia ter ajudado e não consegui perdoar outras.
A minha recusa em ver as coisas, assobiando para o lado como se não existissem, motivou por vezes respostas do Universo que quase sempre me foram colocadas de forma súbita e brutal. Apesar da primeira reacção ser fugir o facto de estar “encostado à parede” só me dava um caminho, resolver a questão.
Aprendi a ser amável o que não quer dizer que o consiga ser com toda a gente. Até quando discutimos ideias podemos ser amáveis, magoar alguém porque achamos que ele é fraco ou indeciso acabará por ser um acto de arrogância da nossa parte e talvez em defesa de uma ideia que amanhã nós próprios chegamos à conclusão que não estava tão correcta assim.
Aprendi também que muitas vezes as pessoas não mudam, não porque não querem, mas porque não são capazes. Por vezes aquilo que para nós parece fácil e lógico (como se nós fossemos lógicos) para determinadas pessoas é uma muralha quase intransponível.
A primeira atitude é não há pachorra para essa gente, achamos que eles andam por aqui para ocuparem o nosso tempo, sugarem a nossa energia. Claro que depois aparece alguém na nossa vida que manipula e mente sistematicamente e nós vamos sempre arranjando tempo e vontade para o perdoarmos.
Eu não vejo isso assim, acho que muitos deles sofrem a tentar dar a volta e julgo que aquilo que mais os entristece é o facto de se sentirem abandonados e sobretudo incompreendidos.
Não uso túnica branca, não procuro a redenção e apesar de achar que devo ensinar aos que não sabem e corrigir os que eu acho que estão a errar tento fazer isso com amor, tolerância e paciência
Mas claro, isso sou eu, existem outros caminhos tão válidos quanto o meu.
Saudações

O Viajante

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O estado de "Ermita"




Numa das cadeiras que tive de fazer na universidade o meu professor aconselhou-nos a leitura de textos de vários autores que segundo ele seriam importantes. Um deles era Friedrich Nietzsche. “Assim falou Zaratustra” ou o “Anti-Cristo” , voltaram-me ao pensamento e lembro-me de ter comentado com ele que não era um dos meus filosofos favoritos. Contudo ele aconselhou-me a ler de novo Nietzsche e garantiu-me que ia ficar com uma perspectiva diferente o que de facto aconteceu.
Quando publiquei o meu último post e tornei a ler as palavras do Mestre Krishnamurti sobre os Requisitos do Caminho e sobre os três grandes pecados da humanidade: maledicência, crueldade e superstição, dei conta da facilidade com que os cometemos.
Hoje li nos jornais aqui na minha ilha que dois miúdos depois de terem espancado um cão largaram-lhe fogo. Há dias tive oportunidade de ler os comentários feitos num forum de opinião em que alguns dos participantes em vez de construtivamente darem o seu parecer sobre o assunto se limitaram de forma anónima a agredir os outros com palavras de uma crueldade extrema.
Rotulamos os outros, com ou sem razão e muitas vezes fazemos campanha contra eles comentando com outras pessoas, engrossando a onda que os irá transformar naquilo que nós já achamos que eles são. E fazemos isto sem pestanejar como se tivessemos a missão de expor os defeitos que julgamos ver nos outros.
Senti necessidade de olhar para dentro e se de facto não precisei de pensar muito para me sentir injusto para com o meu irmão, precisei de muito mais para não o discriminar, apesar das razões que eu possa ter contra ele.
Saudações
O Viajante


domingo, 3 de maio de 2009

Distribuir Corações




Bom dia a todos os colegas “bloggers”
Tem sido uma chuva de lembranças que tenho recebido de vários lados que muito agradeço.
Recebi da Shin Tau o “Prémio Lemniscata”, da salamandra “O Caminho da Luz” e da Seeker “This Blog Has A Heart”.
Gostaria de enviar o “This Blog Has A Heart” aos seguintes amigos que me rcebem sempre com o coração.
Á Shin Tau e ao seu blog “Grimoire – O Livro sobre o Caminho do Meio”, pela forma carinhosa com que me iniciou nesta coisa das conversas na blogosfera e me tem (mesmo sem saber) dado incentivo a continuar.
Á Salamandra e o seu blog “Para lá da Bruma”, pelo seu constante apoio e palavras de conforto.
Á Camisola Preta do blog “Body…Mind…& Spirit” embora o teu blog já tenha um grande coração, o teu, enviamos-te este, o nosso , we love you.
Á Carla, ao seu blog “Piscos de Gente” e à sua grande capacidade de por o coração em tudo o que faz.
Á Vânia do "Para além da borda", amiga do outro lado do mar mas sempre tão proxima.
Por último, eu sei que a Shin Tau e o Le Mon me perdoarão mas eu gostaria de enviar à IdoMind este prémio para que com a vossa anuência seja colocado no vosso blog “Jardim”.


No que respeita ao "Caminho da luz" gostaria de o enviar à Seeker e ao seu blog "searching the inner me",reconhecendo a vontade, até agora bem sucedida, em seguir de facto esse caminho.

Obrigado a todos por serem meus amigos e me apoiarem não só pela vossa presença constante no meu blog mas também pelas palavras sempre amaveis e sobretudo inspiradoras que me enviam


Saudações


O Viajante

quarta-feira, 22 de abril de 2009

"Homo" Sapiens mas pouco



No início desta minha mensagem gostaria de agradecer à Shin Tau a atribuição deste “selo Lemniscata” e as palavras amáveis que usou para me descrever a mim e ao meu blog. Obrigada amiga.
Quanto à questão acerca de nós enquanto espécie eu poderei dizer “sapiens” mas (ainda) pouco.
Acho que somos animais com níveis de racionalidade que numa escala de 0 a 10 variam de quase zero quando nos defendemos, lutamos pela nossa vida ou entramos em pânico, até 7 ou 8 quando fazemos trabalhos mais científicos.
Apesar de toda a evolução, ainda hoje continuamos em muitas situações a reagir com o que ficou inscrito na nossa matriz genética há mais vinte mil anos atrás embora hoje com meios mais poderosos e com resultados por isso mais catastróficos.
O homem não existe porque pensa como gostaria Descartes, mas de facto o homem existe porque sente, como defende brilhantemente Manuel Damásio no seu livro “O Erro de Descartes”.
Sapiens ou quase teremos que manter a humildade, já que representamos apenas alguns segundos no relógio deste nosso planeta.

Saudações

O Viajante

sábado, 28 de março de 2009

"Gnōthi seauton"



"Não importa a razão que defendes, certamente será tão importante como a da pessoa que difere de ti"


Foi mesmo a semana do Imperador os “embates” (no bom sentido e sempre apreciados) com a Ido Mind lado a lado com alguns problemas familiares, levaram a que eu sentisse necessidade de me retirar durante uns dias e porque não me considero o dono da verdade, questionar-me sobre alguns dos principios que me orientam .
Ajudado pelas técnicas de meditação que tenho absorvido através das minhas amigas bloggers Salamandra e Shin Tau procurei ligar-me ao Uno e estar receptivo às respostas que todos os seres de luz me quisessem enviar.
A meio da semana dei de caras com o texto “pegadas na areia” que para quem ainda não conhece conta que o Mestre mostrava ao seu discipulo a sua vida como uma caminhada numa praia. Essa caminhada mostrava quase sempre dois pares de pegadas que simbolizavam que o Mestre tinha acompanhado sempre o seu discipulo ao longo da caminhada. Mas um coisa perturbou o discipulo, nos momentos mais dificeis da sua vida havia apenas um par de pegadas na areia e ele então questionou o seu Mestre sobre o porquê dele o ter abandonado precisamente quando mais necessitava dele, ao que este respondeu que não o tinha abandonado e que a razão da existência de apenas um par de pegadas devia-se ao facto de nesses monentos dificeis o Mestre o ter levado ao colo.
Depois cruzei-me com dois textos lindissismos: a "Meditação sobre o Imperador" da Shin Tau e "Uma reflexão sobre o Tarot dos anjos sobre a flexibilidade" da Salamandra que me deram todas as respostas.
Eu tenho consciência que muitas vezes optamos por seguir pelo caminho mais fácil em vez de seguirmos pelo caminho certo, acredito que existem pessoas que gostariam mas não conseguem fazer essa mudança, condicionadas por limitações que muitas delas nem se apercebem. Também acredito que existem outras pessoas que optaram conscientemente por seguir outro caminho e não querem mudar.
Eu sei que é mais fácil fazer o papel da vítima em vez de viver a vida agradecendo tudo de bom que ela nos ensina. Mas também sei que é mais fácil desistir, dizer que não há solução e abandonar, em vez de acreditarmos que nos outos tambem existe um lado bom que podemos trazer à superfície.
Como eu acredito num Deus do amor, do perdão e da segunda oportunidade não posso ser outra coisa que não seja um instrumento da sua paz, para que onde haja ódio que eu reponha o amor, onde haja discórdia que eu leve a união, onde haja dúvidas que eu leve a fé, onde haja erros que eu leve verdade, onde haja ofensa que eu leve perdão, onde houver desespero que eu leve esperança , onde haja tristeza que eu leve alegria, onde haja trevas que eu leve a luz. Que eu procure mais consolar do que ser consolado, amar do que ser amado, compreender do que ser compreendido, pois é dando que se recebe é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se vive.

Saudações

O Viajante

terça-feira, 17 de março de 2009

Directo do coração




Como estamos sobre a influência da lua eu vou aproveitar dizer aos que se dizem frontais que nem sempre a frontalidade resolve as coisas, aos que se dizem sinceros que nem sempre a sinceridade resolve as coisas aos que se dizem leais que nem sempre a lealdade resolve as coisas, aos que se dizem honestos que nem sempre a honestidade resolve as coisas.
Se somos frontais temos de ser contrutivos, se somos sinceros temos que ser sensíveis, se somos leais temos de ser amigos, se somos honestos temos de ser compassivos.
Muitas vezes determinados traços da personalidade que usamos como bandeiras (porque são politicamente correctos) servem para mascarar as inseguranças, as fraquezas e algumas ideias perversas que escondemos bem fundo, num recanto obscuro da nossa alma Quando somos directos e não construimos, humilhamos os outros, quando somos sinceros mas não somos sensiveis magoamos os outros, quando somos leais e não somos amigos abandonamos os outros, quando somos honestos mas sem compaixão não amamos os outros.
Vamos limpar a alma e afogar as inseguranças e frustrações num mar de compreensão, carinho e amor pelos outros.
Como seres completos e não compartimentaveis que somos, temos de conjugar os nossos traços de personalidade com os sentimentos que os valorizam e lhes mudam a cor, para podermos até dizer sem ser paradoxal tenho orgulho de ser humilde.


Saudações


O Viajante

sexta-feira, 13 de março de 2009

Me pergunta vai!!


Quando resolvi fazer uns posts de “utilidade pública”, com o título “A segurança começa em nós”, foi com o objectivo de dar alguma informação que numa situação de emergência pudesse ser útil. Claro que eu gosto dos vossos comentários são uma forma de feed-back e de me sentir acompanhado, o que eu agradeço imenso.
Mas apesar de dar os procedimentos eu não aponto todas as situações nem dou soluções para todos os problemas.
Por isso eu gostaria que sempre que eu publique posts deste tipo(ou de outro qualquer), se tivessem alguma dúvida que quisessem ver esclarecida que a colocassem.
Embora eu goste da companhia e até dos elogios, mas sentir-me-ia muito mais bem sucedido.
Obrigado por me darem o prazer de ser meus amigos e me ajudarem a ser melhor no meu Caminho

Um abraço para vocês todos

O Viajante

domingo, 1 de fevereiro de 2009

E vão cem


Foi com um enorme incentivo da minha cara metade e um pequeno post de apresentação que no dia 10 de Agosto do ano passado comecei este caminho. Como diz o sábio uma caminhada por mais longa que seja começa sempre com um pequeno passo.
Nunca foi objectivo meu que este blog tivesse muitos seguidores, porque isso iria implicar um esforço acrescido no sentido de diáriamente comentar nos blogs deles, dificultando a criação dos meus posts, colocando assim em causa a minha ideia inicial que era escrever sobre o que me apetecesse.
Inicialmente com comentários de familiares e colegas de trabalho, depois com os de algumas amigas cujas partilhas me transportaram a outras realidades, tem sido um percurso fascinante.
Hoje ao fim de cem posts e mais de três mil visitantes acho que tem valido a pena.
Gostaria de saudar de uma forma especial todos quantos têm visitado e comentado o meu blog e dizer-lhes que foram e são importantes na sua continuidade.
Um beijinho muito grande à minha mentora.

Saudações

O Viajante

sábado, 10 de janeiro de 2009

Parabens a você


Hoje a minha cara metade fez o seu aniversário, foi um dia recheado de emoções especialmente para ela. Logo de manhã recebeu um telefonema do México de uma amiga blogger que a sensibilizou imenso.
Depois eu dei-lhe a minha prenda, um perfume da Bulgary. Sim eu sei que dar perfumes é perigoso mas eu tinha uma vantagem, sabia que ela gostava.
Depois fomos almoçar e aí foi o fim. Costumamos ir diariamente almoçar a um self-service que faz o favor de atender ao facto de que a minha mulher é vegetariana e onde, quer tanto a patroa quanto as funcionárias. nos tratam mais como amigos do que como clientes.
Quando chegámos tinhamos uma mesa posta e um enorme ramo de flores. A aniversariante teve direito a um prato vegetariano especial e para terminar apagou uma vela num bolo de chocolate, que por acaso estava divinal, acompanhado pelo tradicional “Parabens a você” cantado em coro pelas funcionárias .
Ela adorou todos os mimos e eu adorei ver a expressão feliz do seu olhar.
Parabens “Mor” e para o ano vamos a Paris.


Beijinho


O Viajante

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Felicidade

A felicidade transformou-se no santo graal dos nossos tempos. Toda a gente a procura, alguns conseguem encontrá-la, outros já a tiveram mas perderam-na e outros nunca a encontraram.
Felicidade é no fundo uma situação de bem-estar regulada por múltiplas variáveis, difícil de explicar mas fácil de sentir.
A felicidade não é permanente nem constante não basta encontrá-la e “saboreá-la”, temos, qual planta, de a colocar no solo fértil da amizade, e regá-la com amor, carinho e muita compreensão.
Para uns a felicidade é ter, para outros é dar e para alguns é tirar.
Mas a felicidade é algo que está dentro de nós portanto não vale a pena andarmos à sua procura pelo mundo, porque não é nas coisas que a vamos encontrar, não é nos outros que a vamos descobrir.
Felicidade é uma aura verde-esmeralda que nos cerca e transforma em “ouro” tudo o que tocamos, inclusive as almas dos outros.
Mas para que alguém seja feliz não basta que a sua alma seja tocada é necessário que ele o sinta através do coração e da mente na pureza dos sentimentos.
Respeito as diferentes percepções de realidade mas é com tristeza que vejo muita gente desesperada à procura da felicidade. A esses eu aconselho, purifiquem os sentimentos, afastem todos os sentimentos negativos quer em relação a si, quer em relação aos outros, perdoem a quem vos fez sofrer e tenham paciência para fazer a “travessia do deserto”. Este crescimento espiritual vai fazer a vossa felicidade despontar como uma flor linda e aí eu garanto, vocês vão sentir os toques das almas gémeas.
Saudações
O Viajante

domingo, 10 de agosto de 2008

Primeiro passo

Decidi, talvez influenciado pela minha mulher, entrar neste mundo dos blogs. Irei falar de tudo o que me apetecer, irei colocar questões e emitir opiniões e sobretudo passar ao “papel” as minhas preocupações. Claro que são as minhas opiniões e ao publicá-las desta forma corro o risco de ouvir críticas ou discordâncias de alguém que por acaso passe por aqui. Contudo todas as sugestões e críticas são bem-vindas e serão com certeza importantes até quem sabe para mudar algumas das minhas perspectivas sobre este mundo globalizado em que vivemos.
Saudações

O Viajante