sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Beleza Interior


Apesar de toda a evolução civilizacional a nossa sociedade tem grande dificuldade em aceitar as diferenças.
Para não sermos discriminados passamos grande parte da nossa vida a tentar integrar-nos, ser reconhecidos e aceites pelos outros, preocupando-nos em encaixar num conjunto de padrões sociais.
Nos tempos actuais a boa imagem e sobretudo a beleza fisica são dois aspectos do individuo que poderão definir o seu papel e até estatuto social . Se a imagem se pode melhorar em muitos casos a beleza fisica, apesar dos avanços da cirurgia estética, poderá ser um objectivo inacessível para muita gente que não encaixa nos ditos padrões.
Em muitos casos, à guisa de palmadinha nas costas, dizemos que o mais importante não é a beleza exterior mas sim a interior sem nos apercebermos de que os outros percebem que não acreditamos naquilo que estamos a dizer.
Mas eu acredito nessa beleza interior, eu conheço muitas pessoas que apesar de não estarem ou não se considerarem dentro dos padrões de beleza física reconhecidos pela sociedade, emanam uma luz tão intensa que as tornam inevitavelmente amadas por todos.
Tal é o caso do protagonista do video que resolvi colocar nesta mensagem e que me emociona sempre que o vejo. Mal vestido, gordinho com os dentes tortos mas que num momento quase transcendente deixou sair toda a sua beleza interior e iluminou completamente o local onde se encontrava.


A Beleza interior existe quem tem olhos para ver que veja .



Saudações


O Viajante

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Socialização palavra bonita


Escola tradicional, escola em casa ou escola natural era o assunto em discussão no programa do Dr. Phil. No primeiro caso as crianças aprendem de acordo com o programa oficial, no segundo caso aprendem em casa de acordo com o programa oficial, ensinados pelos pais. No terceiro caso os pais deixam ao critério das crianças os assuntos que pretendem aprender.
Existiam varios grupos de pais inseridos nestas três correntes e até uma jovem-adulta que se dizia socialmente inadaptada por nunca ter frequentado o ensino tradicional.
Os principais argumentos das duas correntes não tradicionais são os riscos que os seus filhos correm quando frequentam as escolas normais, que como sabemos são elevados especialmente nos Estados Unidos e no caso da escola natural o facto de aprenderem matérias que não lhes vão ser úteis.
Um dos argumentos do dr Phil era que as crianças para além da falta de experiência têm o seu cerebro em formação e como tal não podem tomar decisões acertadas ou prever as consequências delas. Por outro lado ele achava que a socialização era importante na sua formação e no desenvolvimento do seu caracter.
Depois da escola na altura chamada primária e dois anos num externato , numa pequena vila de província, junto à família, aí venho eu para Lisboa com doze anos, para um quarto alugado, para continuar os meus estudos. Tive a felicidade de ter comigo uma irmã vais velha que me ajudou bastante e uma família que me recebeu em sua casa e me tratou como seu filho.
O Meu Liceu era o Gil Vicente na zona da Graça. Foi aí que eu fiz a minha “socialização” dando conta de coisas de que não fazia a mais pequena ideia e deparando-me com situações que eu tinha de resolver pior ou melhor.
Embora hoje em dia talvez por falta de tempo os pais se tenham demitido dessa função mas é da familia a responsabilidade de na primeira infância transmitir pelo exemplo e pela vivência, os valores éticos que irão marcar as nossas a atitudes e sobretudo as nossas decisões.
A escola deverá dar a instrução, ou seja, atribuir ao jovem um conjunto de competências que constituirá a formatação mental, que lhe permitirá mais tarde aceder a áreas mais especializadas.
Embora eu seja defensor da escola tradicional, acho que ela tem à partida dois defeitos:
A escola reflecte a estratificação social ou seja o sistema só é democrático pelo facto de estar acessivel a todos não pelo facto de dar a todos as mesmas oportunidades. As crianças que chegam mal alimentadas às escolas , ou os filhos de famílias com problemas ou onde os pais têm menos habilitações, não têm as mesmas capacidades de aprendizagem que os que vivem em famílias estaveis, estão bem alimentados ou em que os pais têm formação superior.
Por outro lado o programa oficial de ensino é definido por pessoas com grande formação que estão no fundo a definir um programa que é acessível aos seus filhos e menos acessível aos filhos dos menos habilitados, perpétuando as diferenças existentes na sociedade, em vez de as diluir.
No programa que fiz referência no ínicio os pais defensores da escola tradicional diziam que apesar dos riscos a socialização resultante da frequência dos estabelecimentos escolares era importante no desenvolvimento da personalidade dos jovens.
Socializar os jovens metendo-os todos dentro de uma casa e depois esperar que eles que se entendam e que daqui resultem individuos socialmente aptos é uma lotaria. E não me venham dizer que existem regras dentro da escola porque também existem regras nas penitenciárias e a socialização que lá se faz não será a melhor.
A par da instrução formal deveriam ser ensinadas aos jovens as técnicas necessárias a uma socialização saudável, que os faça evoluir no sentido de um melhor relacionamento com os outros na aceitação das diferenças sejam elas fisicas, étnicas, culturais, ou outras, evitando as situações de violência extrema que têm vindo a lume nas noticias e já deveriam ter feito soar alguns sinais de alarme neste nosso país de brandos costumes .
Saudações

O Viajante

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Crise qual crise?


No inicio da crise financeira o nosso governo disponibilizou uma garantia de 20 mil milhões de euros para que a banca portuguesa pudesse aumentar a liquidez, contraindo empréstimos no estrangeiro. A seguir nacionalizou o BPN, que como todos sabemos, tal como o BCP, andou metido em esquemas muito pouco legais.Depois o “policia”, que nunca sabe de nada, resolveu fazer uma “vaquinha “ para salvar o BPP, que especulava com as fortunas de uns quantos senhores importantes que claro não podem ficar a perder.
Pela voz dos seus mais altos representantes acompanhados por alguns membros do governo, o sistema bancário português veio a público dizer que estava tudo bem, que os nossos bancos não se tinham metido naquelas negociatas americanas, mas pelo menos quatro bancos acabaram por recorrer a essa garantia.
Quando a crise chegou à economia o governo não diminuiu os impostos das empresas, não lhes deu dinheiro, nem sequer pagou as dividas que tinha para com elas, antes criou linhas de crédito, ou seja colocou-as ainda mais nas mãos dos que foram responsáveis pela sua desgraça.
Atendendo a que os lucros da banca portuguesa foram nestes últimos meses de mil milhões de euros seria no mínimo aceitável que houvesse da parte dos bancos uma maior abertura no sentido de facilitar o crédito tanto às empresas como às familias.
Agora vem o senhor Primeiro Ministro apelar aos bancos para “ajudarem” a economia .
Mas então nosso “primeiro”, não foi o nosso dinheirinho que foi para os bolsos dos banqueiros? Então ainda tem de apelar?
Continuamos de joelhos perante esses senhores que descaradamente enchem os seus cofres e mantem os seus salários obscenos à custa de um povo com cerca de dois milhões de pessoas à beira da pobreza e que enfrenta uma crise, criada por eles, que se calhar nem daqui a dez anos estará resolvida .
Se o sistema está podre temos que desenvolver um novo sistema económico que não adultere as leis do mercado e que crie laços de confiança entre os seus agentes .
Talvez em vez de estarmos preocupados a tentar salvar as instituições deveriamos antes ter substituido as pessoas. Depois de uma trajédia desta dimensão é lamentavel que nem as moscas mudem.

Saudações


O Viajante

domingo, 7 de dezembro de 2008

A Salamandra propôs um desafio e ao fim de algunas dias de espera e umas horas de grande trabalho mental aí vai o resultado:

1 - És homem ou mulher? ---“I’m your man"– Leonard Cohen
2- Descreve-te. ---“I Still Haven't Found What I'm Looking For" - U2
3- O que as pessoas pensam de ti? ---“Old and Wise” – Alan Parsons
4- Como descreves o teu ultimo relacionamento?--- “Total Eclipse of the Heart” - Bonnie Tyle
5- Descreve o actual estado da tua relação. ---“ Don't Let It End” - Styx
6- Onde querias estar agora? ---“Under the Milky Way" - The Church.
7- O que pensas a respeito do amor? ---“Eternal Flame” - The Bangles
8- Como é a tua vida? ---“I Wouldn't Have Missed It For The World” - Ronnie Milsap
9- O que pedirias se pudesses ter um desejo? ---“Send Me An Angel” - Real Life
10- Escreve uma frase sábia. ---“ Amanhã é sempre longe demais” – Radio Macau

Saudações

O Viajante

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

"Aqueles que esquecem o passado estão condenados a repeti-lo"


Se queremos contruir o futuro não podemos deixar de ter em conta as experiências do passado. Ao que parece os pais fundadores da democracia americana tinham um percepção correcta em relação à natureza das instituições financeiras mas foram silenciados pelos aurautos do milagre económico chamado capitalismo.
Em Janeiro de 1815 Thomas Jefferson escreve a James Monroe uma carta onde já nessa altura coloca as sua preocupações sobre esse tipo de entidades e que eu traduzi espero que bem:
“Se o povo americano alguma vez permitir aos bancos o controlo do valor da sua moeda, primeiro através da inflação depois através da deflação, os bancos e as empresas que crescem à sua volta irão privar o povo do todos os seus bens até que os seus filhos fiquem sem–abrigo num continente que os seus pais ocuparam. O poder de valorizar o dinheiro deve ser retirado das mãos dos banqueiros e entregue ao Congresso e ao povo a que pertence. Acredito sinceramente que as instituições bancárias com o poder de valorizar a moeda são mais perigosas para a liberdade do que os exércitos permanentes.
Estamos tão dependentes dos bancos que temos que fazer o que eles querem.
Temos de destruir o controlo que as instituições bancárias exercem sobre as mentes dos nossos cidadãos ou então seremos nós destruidos por ele."

Saudações

O Viajante

domingo, 30 de novembro de 2008

Cidades pela vida contra a pena de morte



Quando alguém diz que a vida é sua e que faz dela o que quiser, isto só demonstra que ele não tem a mínima ideia do que está a falar.
A vida é algo que nos foi dado para fazermos um caminho. Temos de a proteger, gerir bem e em circunstância alguma temos o direito de a destruir, seja a nossa seja a dos outros.
A condenação à morte de um criminoso não tem nada a ver com justiça mas tem tudo a ver com vingança, olho por olho dente por dente. Isso era lei há três mil anos, hoje pretendemos ser pessoas diferentes temos uma carta dos direitos humanos elaborada pela ONU mas continuamos a torturar e a executar prisioneiros. A autoridade moral que nos devia tornar diferentes é substituida pela necessidade imediata de informações ou de fazer “justiça” para que as famílias da vítimas possam apenas fechar o ciclo de ódio, porque a paz só se encontra no perdão.
“NÃO À PENA DE MORTE”.


Saudações



O Viajante

Não me chega uma vida


Sempre achei que setenta ou oitenta anos era muito pouco tempo para evoluirmos desde seres inclinados para a terra até seres definitivamente ligados ao Céu
Por outro lado o facto de sermos condenados ou glorificados só por esta vida é uma situação que considero injusta e nada conforme com o Deus que eu amo e conheço.
Tornando a usar o principio da sintonia verifiquei que a reencarnação era uma constante em quase todas as correntes religiosas. Na religião Cristã ela não aparece porque foi retirada da doutrina oficial da igreja no concilio de Niceia.
Apesar disso existem algumas “fugas” de informação no novo testamento. Quando um dos discipulos disse a Jesus que os judeus não acreditavam que ele era o Messias porque o Antigo Testamento dizia que o profeta Elias havia de voltar à terra antes da vinda do Messias para preparar o seu Caminho, Jesus disse referindo-se a João Batista mas ele já veio.
Mas afinal como funcionará este esquema cosmico de evolução ?
Faço-vos uma proposta, pensem numa ilha linda – Antilia - onde nunca a noite acontece porque existe sempre brilho constante no céu. Nela habitam seres de luz, os Antilianos, que se comunicam telepáticamente alimentando-se da energia que os liga e cujo único objectivo é evoluirem para o mais elevado nivel de vibração, elevando assim a sua comunidade e aumentando a capacidade para ajudarem outras ilhas.
Mas para poderem evoluir os Antilianos têm de sair de Antilia e viajar para outra ilha - Tanmar - onde passam períodos de aprendizagem.
Claro que a decisão da viagem e o plano de aprendizagem é de cada um mas como todos estão ligados embora seja um decisão individual ela é simultaneamente um decisão colectiva já que tal como num organismo nenhuma das suas partes funcionais irá por em causa outra sob pena de causar a sua própria destruição.
Mas Tanmar e Antilia são diferentes pelo que os antilianos quando chegam a Tanmar têm que usar um equipamento especial que os adapate ás condições do novo lugar e permita inter-agir com o ambiente. Trata-se de um equipamento individual chamado corpo.
Contudo o corpo tem uma composição muito densa que impede a comunicação telepática quer com Antilia quer com todos os outros antilianos que se encontram em Tanmar a fazer a sua apredizagem .
Por isso o corpo vem com um processador chamado cérebro que permite a comunição com os outros antilianos em Tanmar mas mas não consegue comunicar com Antilia. Embora reduzido na sua capacidade o cérebro está ligado a um servidor a “consciência planetária” que lhe envia um ficheiro oculto “o Karma” que contem informação sobre as aprendizagens anteriores. Este ficheiro interage com a informação que for colocada durante a aprendizagem corrente e também com ficheiros tepáticos especiais chamados de “inter-acção especifica”.
Estes ficheiros permitem uma relação de interacção especial do antiliano que chega a Tanmar com outros já residentes ou que ainda estejam para vir. Têm como base contactos efectuados antes da partida de Antilia e têm como objectivo eliminar o Karma colocado pela “consciência planetária” .
Pelo facto dos programas que gerem o cérebro só conseguirem ler os ficheiros telepáticos especiais a esmagadora maioria da informação referente a Antilha deixa de estar acessivel, pelo que não recordamos nada de antes da chegada a Tanmar. Passamos a ter de jogar com as novas características e limitações resultantes da confinação ao corpo e de estarmos num lugar tridimensional. Temos sobretudo de aprender a gerir os meios que dispomos para atingirmos os objectivos que vamos descobrindo conforme vai decorrendo a estadia em Tanmar.
Mas este percurso tem riscos que estão relacionados com outros ficheiros de controlo do cérebro que se chamam, instintos, medos e livre arbítrio, que podem provocar uma má leitura de algum ficheiro de “inter-acção específica” levando a situações limite que vão desde a não eliminação do Karma até à interrupção da aprendizagem devido à morte do corpo.
Felizmente que na maioria dos casos o tempo de aprendizagem programado é cumprido e o antiliano volta à sua ilha mais elevado em termos vibratórios .
Ao fim de algum tempo caso seja útil esse antiliano começará a preparar uma nova viagem a Tanmar e o processo continuará até que seja atingido um estadio de tal maneira elevado de evolução que dispense essas viagens.

Saudações

O Viajante

sábado, 29 de novembro de 2008

Mais uma vez a violência




Sempre que acontecem situações como a que aconteceu em Bombaim, as questões que imediatamente se colocam é quem fez, porque razão?
O facto dos indianos suspeitarem do envolvimento dos paquistaneses torna logo a situação delicada, por serem dois paises que actualmente possuem armas nucleares que se têm envolvido em vários conflitos desde 1947,altura em que ficaram independentes dos britânicos.
Depois porque a solução para a razão desses conflitos, a provincia de Caxemira, estava a ser discutida pelos governos indiano e paquistanês e fica em causa perante todas estas suspeições.
Afinal quem serão estes homens os "muajjaidin do Decão" um grupo até agora desconhecido?
A India já enfrentou ataques de extremistas no passado, inclusivé a primeira ministra Indira Gandi foi assassinada por dois elementos Siks da sua guarda pessoal . Contudo o presente ataque tem alguns aspectos que demonstram a existência de uma organização sofisticada.
Começemos com o nome do grupo “os muajjaidin do Decão”. O Planalto do Decão é uma zona do sul da India que durante muito tempo foi habitado por uma população predominantemente muçulmana que por razões religiosas depois da independência da India que se refugiou no Paquistão. Hoje em dia a comunidade muçulmana na India são cerca de 130 milhões de pessoas, assim com esta designação o grupo pretende dar a ideia de que são muçulmanos da India a lutar por uma causa, desviando a atenção do vizinho paquistão, que aliás já se demarcou desta situação, atitude que foi seguinda pelo grupo muçulmano que luta pela independência de Caxemira.
Os objectivos do ataque são na minha opinão económicos, já que foram atacados “centros de negócios “ onde se reunem empresários de todo o mundo e a própria cidade é designada como a capital económica da India; e geo-politicos já que existe vontade por parte de determinados sectores paquistaneses de islamizar a região.
O ataque demonstra treino militar, foi preciso, sincronizado e pretendeu atingir quase simultaneamente pelo menos 7 objectivos, o que põe em evidência um grau de organização e um bom sistema de comando e controlo. Um responsável das forças de segurança indianas declarou que os elementos do grupo que ocuparam um dos hoteis, aparentavam ter um conhecimento perfeito do edifício.
Se tivermos em consideração que em quatro desses objectivos foram tomados reféns, então poderemos assumir que os grupos que procuraram controlar esses locais deveriam ter um efectivo mínimo de 25 elementos o que mesmo assim é manifestamente insuficiente para controlar um hotel com 400 quartos como é o caso do Taj mahal.
Os restantes incidentes foram, na minha opinião, manobras, ou para impossibilitar uma resposta rápida e eficaz das forças de segurança indianas, ou para dar um toque de massacre a anti-semitismo, procurando ligar esta situação ao radicalismo islâmico da "alcaeda", e conseguir alguma simpatia a nível internacional. Com excepção do centro judaico, foram na minha opinião realizadas por equipas de dois ou três elementos, ou seja . poderemos estamos a falar no total de mais de cem atacantes.
Apesar da sua organização os atacantes estavam apenas armados com espingardas automáticas e granadas, não dispondo de equipamento pesado ou explosivos ,o que poderá demonstrar alguma dificuldade logística a esse nivel ou então foi uma decisão relacionada com o objectivo final da operação.
Quando olhamos para a India enquanto a maior democracia do mundo estamos a esquecer a India das casta, a India dos indus, dos muçulmanos, dos Siks. Este ataque talvez pretenda desestabilizar essa India esquecida, das diferenças e claro destruir a India potência económica emergente.
Depois temos a situação geo-política em que o Paquistão, outra democracia com muitas diferenças internas, tenta assumir o papel de potência defensora do Islão na reagião e que por isso tem apoiado os afegãos desde de sempre, primeiro na luta contra os russos e agora contra a Nato, e que pretende chamar para a "Jhad" os 130 milhões de muçulmanos da India.
Apesar de em função dos objectivos ter sido de imedito assumido que os assaltantes pretendiam atacar interesses e pessoas ocidentais, até à data dos perto de duzentos mortos apenas seis são ocidentais, veremos no fim se era esse o objectivo
O maior numero de vítimas, cerca de oitenta, morreram na estação de caminhos de ferro e são na sua maioria indianos. Por outro lado as forças de segurança reconhecem que a falta de planeamento no resgate dos reféns nos dois hoteis, poderá ter levado à morte acidental de alguns.
Daqui a alguns dias as informações serão mais extensas e poderemos ter conclusões mais precisas, mas nunca é bom para os vizinhos que hajam dois paises que se confrontem com armas nucleares. Talvez a China, como já uma vez o fez, ponha estes dois na ordem.
Saudações
O Viajante

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Não tenho palavras


De facto a América é o país das oportunidades onde tudo é possível.
Depois de como governador do estado do Texas George Bush ter mandado executar 152 de pessoas, resolveu naquele espírito que lhe é característico de cristão renascido, indultar um peru de ser morto e comido no dia de Acção de Graças, que vai ser celebrado por esta altura. A feliz ave de seu nome “Pumpkin” será a grande figura da parada do Dia de Acção de Graças da Disneyland onde ficará até ao fim dos seus dias.
Os grupos de defesa dos animais saúdam o gesto.
Direitos humanos isso é coisa para o Darfur.
(preciso rapidamente de um comprimido para o enjoo)
Saudações
O Viajante

A Idade do Espirito


Eu talvez seja a pessoa menos habilitada a falar sobre este assunto, pelo que peço perdão por qualquer incorrecção, às muitas pessoas e entidades que trabalham neste e no outro plano para a sua divulgação.
Tem tido muitas designações o tempo que se aproxima: Nova Era, Era do Aquário, Idade do Espírito, Tempo da Nova Energia, Era da Luz.
Talvez porque essa tenha sido a designação que me acompanha há mais tempo irei chamá-lo de Idade do Espírito.
Desde os anos 50 do século passado que têm surgido algumas mudanças no planeta, nos seus habitantes e na consciência planetária que de acordo com alguns especialistas começa a apresentar características “Cristicas”.
Os seres humanos começam a relembrar capacidades esquecidas, o religioso começou de novo a ocupar um espaço que no início do século tinha sido ocupado pelo laicismo e pelo cientismo.
Até a ciência e a religião estão a encontrar caminhos de entendimento e tolerância nunca vistos numa sociedade como a nossa dividida entre o Mythos e o Logos.
As sociedades secretas abrem as suas portas e em todo o planeta diversas Entidades Cósmicas, Instrutores e Mestres Ascensos, canalizam através de humanos um conjunto de informações para o novo tempo que se avizinha.
Muitas são as fontes portanto temos de usar de algum discernimento para avaliarmos a sua credibilidade. Eu sigo o princípio da sintonia ou seja quando apesar das pequenas diferenças as grandes linhas são coincidentes, eu aceito o que diz a fonte.
Como se trata de um assunto muito extenso estou a pensar faze-lo em vários capítulos que irão abordar: as profecias, os receios dos nossos cientistas, as mudanças planetárias em curso e os possíveis cenários.
Temos pela frente tempos que serão difíceis, muitos de nós terão que mudar de plano para regressarem adaptados ao novo nível vibratório do planeta, mas assistiremos com certeza à construção de uma “nova terra” que como qualquer nascimento terá as suas dores de parto.

Saudações

O Viajante