domingo, 7 de dezembro de 2008
1 - És homem ou mulher? ---“I’m your man"– Leonard Cohen
2- Descreve-te. ---“I Still Haven't Found What I'm Looking For" - U2
3- O que as pessoas pensam de ti? ---“Old and Wise” – Alan Parsons
4- Como descreves o teu ultimo relacionamento?--- “Total Eclipse of the Heart” - Bonnie Tyle
5- Descreve o actual estado da tua relação. ---“ Don't Let It End” - Styx
6- Onde querias estar agora? ---“Under the Milky Way" - The Church.
7- O que pensas a respeito do amor? ---“Eternal Flame” - The Bangles
8- Como é a tua vida? ---“I Wouldn't Have Missed It For The World” - Ronnie Milsap
9- O que pedirias se pudesses ter um desejo? ---“Send Me An Angel” - Real Life
10- Escreve uma frase sábia. ---“ Amanhã é sempre longe demais” – Radio Macau
Saudações
O Viajante
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
"Aqueles que esquecem o passado estão condenados a repeti-lo"

Em Janeiro de 1815 Thomas Jefferson escreve a James Monroe uma carta onde já nessa altura coloca as sua preocupações sobre esse tipo de entidades e que eu traduzi espero que bem:
“Se o povo americano alguma vez permitir aos bancos o controlo do valor da sua moeda, primeiro através da inflação depois através da deflação, os bancos e as empresas que crescem à sua volta irão privar o povo do todos os seus bens até que os seus filhos fiquem sem–abrigo num continente que os seus pais ocuparam. O poder de valorizar o dinheiro deve ser retirado das mãos dos banqueiros e entregue ao Congresso e ao povo a que pertence. Acredito sinceramente que as instituições bancárias com o poder de valorizar a moeda são mais perigosas para a liberdade do que os exércitos permanentes.
Estamos tão dependentes dos bancos que temos que fazer o que eles querem.
Temos de destruir o controlo que as instituições bancárias exercem sobre as mentes dos nossos cidadãos ou então seremos nós destruidos por ele."
Saudações
O Viajante
domingo, 30 de novembro de 2008
Cidades pela vida contra a pena de morte

A vida é algo que nos foi dado para fazermos um caminho. Temos de a proteger, gerir bem e em circunstância alguma temos o direito de a destruir, seja a nossa seja a dos outros.
A condenação à morte de um criminoso não tem nada a ver com justiça mas tem tudo a ver com vingança, olho por olho dente por dente. Isso era lei há três mil anos, hoje pretendemos ser pessoas diferentes temos uma carta dos direitos humanos elaborada pela ONU mas continuamos a torturar e a executar prisioneiros. A autoridade moral que nos devia tornar diferentes é substituida pela necessidade imediata de informações ou de fazer “justiça” para que as famílias da vítimas possam apenas fechar o ciclo de ódio, porque a paz só se encontra no perdão.
O Viajante
Não me chega uma vida

Por outro lado o facto de sermos condenados ou glorificados só por esta vida é uma situação que considero injusta e nada conforme com o Deus que eu amo e conheço.
Tornando a usar o principio da sintonia verifiquei que a reencarnação era uma constante em quase todas as correntes religiosas. Na religião Cristã ela não aparece porque foi retirada da doutrina oficial da igreja no concilio de Niceia.
Apesar disso existem algumas “fugas” de informação no novo testamento. Quando um dos discipulos disse a Jesus que os judeus não acreditavam que ele era o Messias porque o Antigo Testamento dizia que o profeta Elias havia de voltar à terra antes da vinda do Messias para preparar o seu Caminho, Jesus disse referindo-se a João Batista mas ele já veio.
Mas afinal como funcionará este esquema cosmico de evolução ?
Faço-vos uma proposta, pensem numa ilha linda – Antilia - onde nunca a noite acontece porque existe sempre brilho constante no céu. Nela habitam seres de luz, os Antilianos, que se comunicam telepáticamente alimentando-se da energia que os liga e cujo único objectivo é evoluirem para o mais elevado nivel de vibração, elevando assim a sua comunidade e aumentando a capacidade para ajudarem outras ilhas.
Mas para poderem evoluir os Antilianos têm de sair de Antilia e viajar para outra ilha - Tanmar - onde passam períodos de aprendizagem.
Claro que a decisão da viagem e o plano de aprendizagem é de cada um mas como todos estão ligados embora seja um decisão individual ela é simultaneamente um decisão colectiva já que tal como num organismo nenhuma das suas partes funcionais irá por em causa outra sob pena de causar a sua própria destruição.
Mas Tanmar e Antilia são diferentes pelo que os antilianos quando chegam a Tanmar têm que usar um equipamento especial que os adapate ás condições do novo lugar e permita inter-agir com o ambiente. Trata-se de um equipamento individual chamado corpo.
Contudo o corpo tem uma composição muito densa que impede a comunicação telepática quer com Antilia quer com todos os outros antilianos que se encontram em Tanmar a fazer a sua apredizagem .
Por isso o corpo vem com um processador chamado cérebro que permite a comunição com os outros antilianos em Tanmar mas mas não consegue comunicar com Antilia. Embora reduzido na sua capacidade o cérebro está ligado a um servidor a “consciência planetária” que lhe envia um ficheiro oculto “o Karma” que contem informação sobre as aprendizagens anteriores. Este ficheiro interage com a informação que for colocada durante a aprendizagem corrente e também com ficheiros tepáticos especiais chamados de “inter-acção especifica”.
Estes ficheiros permitem uma relação de interacção especial do antiliano que chega a Tanmar com outros já residentes ou que ainda estejam para vir. Têm como base contactos efectuados antes da partida de Antilia e têm como objectivo eliminar o Karma colocado pela “consciência planetária” .
Pelo facto dos programas que gerem o cérebro só conseguirem ler os ficheiros telepáticos especiais a esmagadora maioria da informação referente a Antilha deixa de estar acessivel, pelo que não recordamos nada de antes da chegada a Tanmar. Passamos a ter de jogar com as novas características e limitações resultantes da confinação ao corpo e de estarmos num lugar tridimensional. Temos sobretudo de aprender a gerir os meios que dispomos para atingirmos os objectivos que vamos descobrindo conforme vai decorrendo a estadia em Tanmar.
Mas este percurso tem riscos que estão relacionados com outros ficheiros de controlo do cérebro que se chamam, instintos, medos e livre arbítrio, que podem provocar uma má leitura de algum ficheiro de “inter-acção específica” levando a situações limite que vão desde a não eliminação do Karma até à interrupção da aprendizagem devido à morte do corpo.
Felizmente que na maioria dos casos o tempo de aprendizagem programado é cumprido e o antiliano volta à sua ilha mais elevado em termos vibratórios .
Ao fim de algum tempo caso seja útil esse antiliano começará a preparar uma nova viagem a Tanmar e o processo continuará até que seja atingido um estadio de tal maneira elevado de evolução que dispense essas viagens.
Saudações
O Viajante
sábado, 29 de novembro de 2008
Mais uma vez a violência

O facto dos indianos suspeitarem do envolvimento dos paquistaneses torna logo a situação delicada, por serem dois paises que actualmente possuem armas nucleares que se têm envolvido em vários conflitos desde 1947,altura em que ficaram independentes dos britânicos.
Depois porque a solução para a razão desses conflitos, a provincia de Caxemira, estava a ser discutida pelos governos indiano e paquistanês e fica em causa perante todas estas suspeições.
Afinal quem serão estes homens os "muajjaidin do Decão" um grupo até agora desconhecido?
A India já enfrentou ataques de extremistas no passado, inclusivé a primeira ministra Indira Gandi foi assassinada por dois elementos Siks da sua guarda pessoal . Contudo o presente ataque tem alguns aspectos que demonstram a existência de uma organização sofisticada.
Começemos com o nome do grupo “os muajjaidin do Decão”. O Planalto do Decão é uma zona do sul da India que durante muito tempo foi habitado por uma população predominantemente muçulmana que por razões religiosas depois da independência da India que se refugiou no Paquistão. Hoje em dia a comunidade muçulmana na India são cerca de 130 milhões de pessoas, assim com esta designação o grupo pretende dar a ideia de que são muçulmanos da India a lutar por uma causa, desviando a atenção do vizinho paquistão, que aliás já se demarcou desta situação, atitude que foi seguinda pelo grupo muçulmano que luta pela independência de Caxemira.
Os objectivos do ataque são na minha opinão económicos, já que foram atacados “centros de negócios “ onde se reunem empresários de todo o mundo e a própria cidade é designada como a capital económica da India; e geo-politicos já que existe vontade por parte de determinados sectores paquistaneses de islamizar a região.
O ataque demonstra treino militar, foi preciso, sincronizado e pretendeu atingir quase simultaneamente pelo menos 7 objectivos, o que põe em evidência um grau de organização e um bom sistema de comando e controlo. Um responsável das forças de segurança indianas declarou que os elementos do grupo que ocuparam um dos hoteis, aparentavam ter um conhecimento perfeito do edifício.
Se tivermos em consideração que em quatro desses objectivos foram tomados reféns, então poderemos assumir que os grupos que procuraram controlar esses locais deveriam ter um efectivo mínimo de 25 elementos o que mesmo assim é manifestamente insuficiente para controlar um hotel com 400 quartos como é o caso do Taj mahal.
Os restantes incidentes foram, na minha opinião, manobras, ou para impossibilitar uma resposta rápida e eficaz das forças de segurança indianas, ou para dar um toque de massacre a anti-semitismo, procurando ligar esta situação ao radicalismo islâmico da "alcaeda", e conseguir alguma simpatia a nível internacional. Com excepção do centro judaico, foram na minha opinião realizadas por equipas de dois ou três elementos, ou seja . poderemos estamos a falar no total de mais de cem atacantes.
Apesar da sua organização os atacantes estavam apenas armados com espingardas automáticas e granadas, não dispondo de equipamento pesado ou explosivos ,o que poderá demonstrar alguma dificuldade logística a esse nivel ou então foi uma decisão relacionada com o objectivo final da operação.
Quando olhamos para a India enquanto a maior democracia do mundo estamos a esquecer a India das casta, a India dos indus, dos muçulmanos, dos Siks. Este ataque talvez pretenda desestabilizar essa India esquecida, das diferenças e claro destruir a India potência económica emergente.
Depois temos a situação geo-política em que o Paquistão, outra democracia com muitas diferenças internas, tenta assumir o papel de potência defensora do Islão na reagião e que por isso tem apoiado os afegãos desde de sempre, primeiro na luta contra os russos e agora contra a Nato, e que pretende chamar para a "Jhad" os 130 milhões de muçulmanos da India.
Apesar de em função dos objectivos ter sido de imedito assumido que os assaltantes pretendiam atacar interesses e pessoas ocidentais, até à data dos perto de duzentos mortos apenas seis são ocidentais, veremos no fim se era esse o objectivo
O maior numero de vítimas, cerca de oitenta, morreram na estação de caminhos de ferro e são na sua maioria indianos. Por outro lado as forças de segurança reconhecem que a falta de planeamento no resgate dos reféns nos dois hoteis, poderá ter levado à morte acidental de alguns.
Daqui a alguns dias as informações serão mais extensas e poderemos ter conclusões mais precisas, mas nunca é bom para os vizinhos que hajam dois paises que se confrontem com armas nucleares. Talvez a China, como já uma vez o fez, ponha estes dois na ordem.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Não tenho palavras

Depois de como governador do estado do Texas George Bush ter mandado executar 152 de pessoas, resolveu naquele espírito que lhe é característico de cristão renascido, indultar um peru de ser morto e comido no dia de Acção de Graças, que vai ser celebrado por esta altura. A feliz ave de seu nome “Pumpkin” será a grande figura da parada do Dia de Acção de Graças da Disneyland onde ficará até ao fim dos seus dias.
Os grupos de defesa dos animais saúdam o gesto.
Direitos humanos isso é coisa para o Darfur.
A Idade do Espirito

Tem tido muitas designações o tempo que se aproxima: Nova Era, Era do Aquário, Idade do Espírito, Tempo da Nova Energia, Era da Luz.
Talvez porque essa tenha sido a designação que me acompanha há mais tempo irei chamá-lo de Idade do Espírito.
Desde os anos 50 do século passado que têm surgido algumas mudanças no planeta, nos seus habitantes e na consciência planetária que de acordo com alguns especialistas começa a apresentar características “Cristicas”.
Os seres humanos começam a relembrar capacidades esquecidas, o religioso começou de novo a ocupar um espaço que no início do século tinha sido ocupado pelo laicismo e pelo cientismo.
Até a ciência e a religião estão a encontrar caminhos de entendimento e tolerância nunca vistos numa sociedade como a nossa dividida entre o Mythos e o Logos.
As sociedades secretas abrem as suas portas e em todo o planeta diversas Entidades Cósmicas, Instrutores e Mestres Ascensos, canalizam através de humanos um conjunto de informações para o novo tempo que se avizinha.
Muitas são as fontes portanto temos de usar de algum discernimento para avaliarmos a sua credibilidade. Eu sigo o princípio da sintonia ou seja quando apesar das pequenas diferenças as grandes linhas são coincidentes, eu aceito o que diz a fonte.
Como se trata de um assunto muito extenso estou a pensar faze-lo em vários capítulos que irão abordar: as profecias, os receios dos nossos cientistas, as mudanças planetárias em curso e os possíveis cenários.
Temos pela frente tempos que serão difíceis, muitos de nós terão que mudar de plano para regressarem adaptados ao novo nível vibratório do planeta, mas assistiremos com certeza à construção de uma “nova terra” que como qualquer nascimento terá as suas dores de parto.
Saudações
O Viajante
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Tudo bons rapazes

Como é que um objecto desenhado e pensado para matar pode salvar vidas? Só na consciência triste e amargurada de quem o fabrica e que se limita a pensar em termos de empresa, grupo político ou país.
As Nações Unidas dizem que durante este Inverno em ligação directa com a crise económica vão ser ameaçados pela fome cerca de 750 milhões de pessoas em todo o mundo. Claro que ainda faltam incluir os outros milhões que com crise ou sem crise estão sempre ameaçados pela fome.
Como se sentirão os gestores financeiros gananciosos quando estiverem a celebrar o Natal com as suas famílias? Se calhar a sua consciência não os acusa de nada eles apenas cumpriram os objectivos que eram exigidos pelas suas companhias, quanto ao resto não têm nada que ver com isso.
Se um terço destas pessoas morrerem, estamos a falar de 250 milhões, ora por muito menos os Estados Unidos entram em guerra com o Iraque e Sadam Hussein foi deposto e executado.
Em 1989 uma Entidade Cósmica canalizada por um humano, entre muitas outras coisas, deixou o aviso que as instituições financeiras eram as piores organizações que existiam neste plano e que no novo milénio iriam causar muito sofrimento, pelo que devíamos evitar utilizá-las.
Pois eu sei que essa gente das armas e dos dinheiros são todos bons rapazes e que gostam de chegar a casa e sentirem que foram úteis para a sociedade, uns porque estão a contribuir para a defesa do seu país, outros que estão a contribuir para o desenvolvimento económico. Mas nestes negócios como noutros quaisquer, o interesse geral tem de sobrepor-se ao individual. Mercado sem regras é coisa que só existe nas mentes deturpadas de alguns indivíduos que depois do desastre se limitam a assobiar para o lado.
Mas a contabilidade Cósmica é infalível e como diz o nosso povo “cá se fazem cá se pagam”
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Ilha de Saturno
A Berlenga ou Berlenga Grande é a maior ilha do arquipélago das Berlengas, situado a algumas milhas da costa de Peniche. Ilha do Sonho ou de Saturno, já viu desembarcar vikings, mouros, espanhóis e corsários franceses e ingleses.
Por último os portugueses depois de uma reportagem da televisão em 1980, praticamente “invadiram-na” ao ponto de para sua salvaguarda ter sido declarada como reserva natural.
Nos anos setenta não era assim, apenas um pequeno barco a fazer carreiras diárias durante os três meses de Verão e na Primavera, altura em que a ilha ficava cheia de cor, apenas alguns privilegiados com barco próprio a podiam visitar.
Era possível acampar algum tempo, gozar das suas boas praias e sobretudo da sensação de estarmos num mundo diferente.
Como costumávamos dizer era uma ilha onde nos deitávamos ao som das pardelas e acordávamos ao som das gaivotas.
Havia um sentimento de comunidade e de entreajuda, na divisão dos mantimentos e no apoio aos que chegavam sem qualquer equipamento, julgando que lá existissem instalações turísticas para se abrigarem ou comerciais para comprarem o que necessitassem.
Mas este meu post é o reflexo do post colocado pela amiga Salamandra sobre os “feitiços da Lua”. Depois de o ler lembrei-me de uma noite maravilhosa, passada na Berlenga, com uma Lua enorme, transformando o mar em prata com laivos dourados da luz do farol, tudo isto acompanhado por um solo de flauta peruana lá em baixo junto à praia, que transportou a todos os que assistiram para outro planeta.
A “Deusa” dominou-nos completamente e desde aí as noites na ilha ficaram diferentes.
Hoje noutra ilha ainda sinto as noites de Lua como noites diferentes.
Saudações
O viajante
sábado, 22 de novembro de 2008
As mulheres e os homens

Tal como as naturezas do ser humano, homens e mulheres são complementares, logo por muito que queiramos nunca serão iguais.
Ás características físicas, bioquímicas e comportamentais que definem os dois géneros não se mantiveram imutáveis ao longo da evolução da espécie. Para além das primordiais relacionadas com a sobrevivência e reprodução, outras foram surgindo associadas a necessidades específicas ou aos modelos de integração social, algumas delas provocando até mutações que atribuiram capacidades diversas aos dois sexos.
Orientado para a defesa e alimentação do grupo, o homem exercia as suas actividades em equipa, com comando único, estabelecendo estratégias para derrotar adversários superiores em número ou em tamanho. Esta função dotou-o de grande força muscular e desenvolveu-lhe capacidade de trabalhar em equipa, o pensamento estratégico, a capacidade de orientação e mais tarde, depois da sedentarização, a manufactura de artefactos e ferramentas.
No grupo social à mulher era atribuida a procriação e protecção dos filhos e mais tarde, após a sedentarização, a agricultura e os trabalhos domésticos.
O facto de terem de trabalhar sózinhas protegendo os filhos, normalmente em grande número, dotou-as da capacidade para desenvolverem várias tarefas em simultaneo. Por outro lado como tinham de executar essa função em abrigos mal iluminados desenvolveram uma maior acuidade visual, uma maior percepção das cores e dos detalhes e um ângulo de visão lateral maior.
Claro que estamos a falar dos primordios porque até ao presente muitas mudanças socio culturais formataram um conjunto de características que podemos dizer que são femininas e outras que poderemos classificar como masculinas. Contudo hoje parece-me que apesar de podermos classificar esta ou aquela caracteristica como feminina ou masculina já não é tão seguro afirmar que seja exclusiva das mulheres ou dos homens.
A prova disso é que até alguns anos as forças armadas eram um território masculino e na actualidade existem bastantes mulheres, que por opção escolheram ser militares, recebendo formação específica, trabalhando em equipa, comandando, definindo estratégicas e até enfrentado situações de combate.
Por outro lado também existem homens que ”invadem” um espaço inicialmente exclusivo das mulheres como por exemplo na costura e na decoração, e são costureiros e decoradores de renome, revelando uma sensibilidades para as cores e para os detalhes.
Hoje em dia talvez os sexos se definam cada vez mais pelo seu lado fisico e bioquimico porque com a alteração dos papéis em termos sociais as caracteristicas comportamentais deixam de ser inerentes a um ou a outro.
Ainda bem agora já posso chorar !!!

