sábado, 28 de março de 2009

Minha casa meu castelo



Termos como: “a casa de um homem é o seu castelo” ou “eu conheço muito bem os cantos à casa” dão uma ideia de intimidade e segurança que todos sentimos quando falamos da nossa casa em comparação com a “selva” lá fora.
È precisamente esta aparente segurança que nos leva a afrouxar e vigilância e de repente o que era o “paraiso na terra” passa a ser o “inferno”.
Os acidentes domésticos são muito comuns, e mesmo com todo o cuidado, há objectos e situações que representam risco e podem provocar acidentes.
Um tapete que não está devidamente assente com protecção antiderrapante, uma gaveta da cómoda aberta, a porta de um armário, um fio do telefone solto, soleiras das portas não niveladas com o chão e até a falta de iluminação, podem provocar quedas e traumatismos com consequências muito graves.
Mas para além dos riscos colocados pelos objectos existem tambem os que resultam das nossas atitudes pouco cautelosas : andar sobre pisos molhados, húmidos ou encerados, andar de meias ou usar chinelos e sapatos mal apertados, estar em pé em cima de um banco ou cadeira a fazer limpezas ou reparações e mexar em equipamentos electricos com as mão húmidas.
Quatro pessoas morrem diariamente em Portugal vítimas de acidentes domésticos e de lazer, que obrigam ainda ao tratamento hospitalar de 1.665 portugueses por dia, segundo um estudo promovido pela União Europeia (UE).
Oito em cada dez acidentes acontecem em casa, na escola e durante os momentos de lazer e desportivos. Nas habitações, as casas-de-banho, as escadas e a cozinha foram consideradas as zonas mais perigosas.
Pensado nisto ocorreu-me fazer alguns posts com o titulo “Minha casa meu castelo”, sobre a segurança na nossa casa para dar uma ajuda a que no próximo estudo comunitário o número de vitimais mortais portuguesas se reduza bastante.
Irei falar em abstracto dos riscos e das eventuais atitudes de prevenção, não me dirigindo especificamente a qualquer escalão étário. Mais tarde irei colocar alguns posts dirigidos à segurança das crianças, idosos e pessoas com deficiência.

Saudações

O viajante

"Gnōthi seauton"



"Não importa a razão que defendes, certamente será tão importante como a da pessoa que difere de ti"


Foi mesmo a semana do Imperador os “embates” (no bom sentido e sempre apreciados) com a Ido Mind lado a lado com alguns problemas familiares, levaram a que eu sentisse necessidade de me retirar durante uns dias e porque não me considero o dono da verdade, questionar-me sobre alguns dos principios que me orientam .
Ajudado pelas técnicas de meditação que tenho absorvido através das minhas amigas bloggers Salamandra e Shin Tau procurei ligar-me ao Uno e estar receptivo às respostas que todos os seres de luz me quisessem enviar.
A meio da semana dei de caras com o texto “pegadas na areia” que para quem ainda não conhece conta que o Mestre mostrava ao seu discipulo a sua vida como uma caminhada numa praia. Essa caminhada mostrava quase sempre dois pares de pegadas que simbolizavam que o Mestre tinha acompanhado sempre o seu discipulo ao longo da caminhada. Mas um coisa perturbou o discipulo, nos momentos mais dificeis da sua vida havia apenas um par de pegadas na areia e ele então questionou o seu Mestre sobre o porquê dele o ter abandonado precisamente quando mais necessitava dele, ao que este respondeu que não o tinha abandonado e que a razão da existência de apenas um par de pegadas devia-se ao facto de nesses monentos dificeis o Mestre o ter levado ao colo.
Depois cruzei-me com dois textos lindissismos: a "Meditação sobre o Imperador" da Shin Tau e "Uma reflexão sobre o Tarot dos anjos sobre a flexibilidade" da Salamandra que me deram todas as respostas.
Eu tenho consciência que muitas vezes optamos por seguir pelo caminho mais fácil em vez de seguirmos pelo caminho certo, acredito que existem pessoas que gostariam mas não conseguem fazer essa mudança, condicionadas por limitações que muitas delas nem se apercebem. Também acredito que existem outras pessoas que optaram conscientemente por seguir outro caminho e não querem mudar.
Eu sei que é mais fácil fazer o papel da vítima em vez de viver a vida agradecendo tudo de bom que ela nos ensina. Mas também sei que é mais fácil desistir, dizer que não há solução e abandonar, em vez de acreditarmos que nos outos tambem existe um lado bom que podemos trazer à superfície.
Como eu acredito num Deus do amor, do perdão e da segunda oportunidade não posso ser outra coisa que não seja um instrumento da sua paz, para que onde haja ódio que eu reponha o amor, onde haja discórdia que eu leve a união, onde haja dúvidas que eu leve a fé, onde haja erros que eu leve verdade, onde haja ofensa que eu leve perdão, onde houver desespero que eu leve esperança , onde haja tristeza que eu leve alegria, onde haja trevas que eu leve a luz. Que eu procure mais consolar do que ser consolado, amar do que ser amado, compreender do que ser compreendido, pois é dando que se recebe é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se vive.

Saudações

O Viajante

sexta-feira, 20 de março de 2009

O direito à esperança



Quem desconhece a história está condenado a repeti-la. (Bertold Brecht)

Está máxima devia estar escrita em letras bem gordas em todos os gabinetes dos políticos deste país.
Não digo isto para falar na crise ou no mau trabalho do governo, digo porque cada vez me alarma mais o crescente desinteresse e até quase desprezo que os cidadãos sentem pelos que (não) elegem. Eu digo, não elegem porque como se pode comprovar a cada acto eleitoral a abstenção é a grande vencedora das eleições.
Passamos da ditadura do partido único para a ditadura dos partidos. Demoramos mais de vinte anos após 25 de Abril para que os partidos com acento parlamentar aceitassem que grupos de cidadãos fora dos partidos pudessem concorrer às autárquicas. Mas a legislação é tão restritiva que é como se essa hipótese não existisse.
Os partidos de governo PS e PSD há muito que refugiados num pragmatismo neo-liberal perderam a sua matriz ideológica confundindo-se e confundindo os eleitores.
Alternam no poder não porque têm ideias para mudar mas porque de tempos a tempos um cai de podre.
Não se preocupam com abstenção porque mesmo que apenas um terço dos portugueses lhes dêem maioria absoluta, eles sentem-se no direito de governar o país como o Salazar fazia, sem dar ouvidos a ninguém, mas muito menos poupados.
Voltando à frase com que comecei, achava melhor que os dirigentes dos partidos, estudassem um pouco de história para perceber como e porquê surgiu o movimento de 28 de Maio de 1926, ou será o autismo uma doença típica dos políticos provocada pela exposição ao poder?
A globalização como tigre de papel que era caiu com a crise económica, na França, nos Estados Unidos, na Inglaterra até na nossa vizinha Espanha a palavra de ordem é consuma produtos nacionais. Isto quer dizer que as medidas proteccionistas estão a chegar portanto o “guarda-chuva” comunitário que nos salvou até agora pode ter os seus dias contados.
A continuarem com esta atitude de manterem o poder a qualquer custo sem se preocuparem em aferir das necessidades dos seus eleitores, ou resolver os reais probleamas nacioanis, alimentando clientelas que se servem do país em vez de servirem o país, os partidos ditos democráticos estão a cavar a sua sepultura e não tarda chegarão os salvadores da pátria, defensores da lei e dos bons costumes, aliás já há muita gente a clamar por eles.
Caros governantes, eu sei que vocês têm um pé-de-meia nas ilhas Caimão ou numa offshore qualquer, mas nós não temos e vamos ter de ficar por cá.
Saudações
O Viajante

quinta-feira, 19 de março de 2009

Calem-me esse ruído




Mais um dia de trabalho que acabava. Tinha sido um dia complicado com muitas solicitações e aquela pequena dor de cabeça não tinha ajudado muito. Tinha tomado um analgésico mas ela continuou imperturbável sem que nada a fizesse demover. Enquanto estes pensamentos a assaltavam num gesto mecânico desligou o seu computador e talvez porque o seu cérebro estivesse estimulado pela dor, pela primeira vez ouviu o silêncio, e apercebeu-se quão barulhenta era a pequena ventoinha do seu computador.
O ruído de facto afecta o aparelho auditivo mas também o sistema nervoso central. Ruídos intensos e permanentes podem causar vários distúrbios, alterando significativamente o humor e a capacidade de concentração nas tarefas que pretendemos realizar, interfere com o metabolismo de todo o organismo com riscos de distúrbios cardiovasculares e pode afectar o nosso ouvido causando surdez.
Até agora as preocupações dos especialistas em saúde do trabalho, estiveram orientadas para esse tipo de som alto (acima dos 500Hz). Para obstar a essa situação foram criados equipamentos de protecção da audição, para quem tem de trabalhar em ambientes de elevado ruído.
Mas o problema da Maria era outro, o causador da sua dor de cabeça era um som baixo que foi martelando o seu cérebro devagarinho ao longo de várias horas e a dor de cabeça foi o resultado disso.
A Maria não sabia mas tinha estabelecido contacto com um dos primeiros sinais da doença que resulta da exposição prolongada aos ruídos de baixa frequência, a Doença Vibro-Acustica (DVA).
Estudos realizados recentemente dizem-nos que existem sérias razões para nos preocuparmos com estes ruídos de baixa frequência (abaixo dos 500 hertz). Apesar do ouvido notar a maior parte dos ruídos com frequências abaixo daquele intervalo, são sons que não parecem incomodar-nos por aí além. Mas todo o nosso corpo parece reagir à agressão provocada pela exposição prolongada, provocando alterações celulares importantes, podendo inclusive desencadear alguns tipos de cancro.
Auto estradas, instalações fabris, os transportes públicos, os nossos automoveis, ou em casa, os frigoríficos, desumidificadores, computadores ou até lâmpadas florescentes são fontes de produção de ruídos de baixa frequência.
Ao contrário dos ruídos de alta frequência que se reduzem se colocarmos uma antepara ou se aumentarmos a distância à fonte, os ruídos de baixa frequência mantêm-se nas duas situações.
Dizem os especialistas que o mais eficaz será reduzir ou até eliminar o ruído pelo isolamento da fonte o que por vezes é caro ou tecnicamente muito complicado. Para já a nossa preocupação deve passar por diminuirmos os tempos de exposição a este tipo de ruídos.


Saudações

O Viajante

terça-feira, 17 de março de 2009

Directo do coração




Como estamos sobre a influência da lua eu vou aproveitar dizer aos que se dizem frontais que nem sempre a frontalidade resolve as coisas, aos que se dizem sinceros que nem sempre a sinceridade resolve as coisas aos que se dizem leais que nem sempre a lealdade resolve as coisas, aos que se dizem honestos que nem sempre a honestidade resolve as coisas.
Se somos frontais temos de ser contrutivos, se somos sinceros temos que ser sensíveis, se somos leais temos de ser amigos, se somos honestos temos de ser compassivos.
Muitas vezes determinados traços da personalidade que usamos como bandeiras (porque são politicamente correctos) servem para mascarar as inseguranças, as fraquezas e algumas ideias perversas que escondemos bem fundo, num recanto obscuro da nossa alma Quando somos directos e não construimos, humilhamos os outros, quando somos sinceros mas não somos sensiveis magoamos os outros, quando somos leais e não somos amigos abandonamos os outros, quando somos honestos mas sem compaixão não amamos os outros.
Vamos limpar a alma e afogar as inseguranças e frustrações num mar de compreensão, carinho e amor pelos outros.
Como seres completos e não compartimentaveis que somos, temos de conjugar os nossos traços de personalidade com os sentimentos que os valorizam e lhes mudam a cor, para podermos até dizer sem ser paradoxal tenho orgulho de ser humilde.


Saudações


O Viajante

segunda-feira, 16 de março de 2009

A segurança começa em nós VI


Hoje gostaria de falar sobre algumas medidas que poderemos tomar em nossa casa para que em situação de sismo as nossas possibilidades de sobrevivência aumentem.

Existe, como para todas as situações uma fase de planeamento a que eu vou chamar o antes.

Assim no antes vamos olhar para a nossa casa e vamos fazer o seguinte:
- Libertar as saídas e os corredores de móveis e outros objectos.- Fixar à parede as estantes ou móveis pesados, e outras peças decorativas
- Colocar os objectos mais pesados nas prateleiras mais baixas das estantes.
- Não localizar as camas perto de janelas ou debaixo de candeeiros. Cuidado com as imagens e quadros que colocamos na parede sobre a cabeceira da cama
- Dar instruções a toda a família sobre o que devem fazer nomeadamente desligar a electricidade, a água e o gás.
- Identificar com toda a família os locais mais seguros da casa, vãos de portas, de preferência em paredes mestras, cantos das divisões ou debaixo de mesas, camas ou outras superfícies resistentes
- Identificar também os locais mais perigosos, junto a janelas, próximo de espelhos ou chaminés, o centro das divisões e os elevadores
- Prepare e tenha sempre à mão um Kit de emergência constituído pelo menos por uma lanterna, rádio portátil, reserva de pilhas, estojo de primeiros socorros, medicamentos que sejam necessários e um extintor.
- Tenha sempre armazenados água e alimentos para 2 ou 3 dias, nomeadamente enlatados e bolachas.
- Não se esqueça que este Kit de emergência tem equipamentos que precisam de ser verificados de tempos a tempos como é o caso do extintor, do rádio ou da lanterna e outros que precisão de ser substituídos como é o caso do material de primeiros socorros, dos alimentos e da água.

Depois do planeamento passamos ao acontecimento ou seja ao durante. Se o sismo acontecer:

- A primeira atitude será manter a calma e procurar um dos locais mais seguros, ajoelhe-se e proteja a cabeça e os olhos com as mãos- Se estiver num bloco de apartamentos, não se precipite para as saídas, as escadas podem ficar congestionadas, mas se o fizer nunca utilize os elevadores

Acabou os sismo e passamos à fase do depois. Quais são as medidas urgentes a tomar:
- Conte com a existência de possíveis réplicas
- Não acenda fósforos nem isqueiros, pois pode haver fugas de gás
- Corte imediatamente o gás, a electricidade e a água.
- Observe se a sua casa sofreu danos graves. Saia imediatamente se não for segura. Nunca utilize os elevadores
- Vista calças, camisas de mangas compridas e calce sapatos fortes para evitar ferimentos- Cuidado com vidros partidos ou cabos de electricidade.
- Não toque em objectos metálicos que estejam em contacto com fios eléctricos
- Se houver pequenos incêndios extinga-os
- Limpe urgentemente derrames de tintas, pesticidas e outros materiais perigosos e inflamáveis
- Afaste-se das praias. Depois de um sismo pode produzir-se um tsunami (onda gigante)
- Solte os animais, eles tratam de si próprios
- Se houver feridos, ajude-os, se souber. Mas cuidado, não trate de remover feridos com fracturas, a não ser que haja perigo de incêndio, inundação ou derrocada.
- Ligue o rádio e fique atento às recomendações difundidas pela protecção civil.


Saudações


O Viajante

domingo, 15 de março de 2009

Bombeiros adivinhos


Estava um dia quente de Verão e depois de algumas horas a combater um pequeno incêndio florestal nos limites do conselho dirigíamo-nos para o quartel para um merecido descanso.
Já na estrada nacional demos conta que grandes rolos de fumo se elevavam junto a uns pinhais do lado oposto.
Informamos a central de comunicações que íamos para o local e confirmamos quando lá chegamos a existência de outro incêndio.
Entretanto um homem com ar de camponês pára a sua carrinha de caixa aberta e entra em passo acelerado dentro do quartel:
- Ó senhor! Ó senhor! E para dizer que há um fogo numas” propredades” minhas pertinho dos Casais Brancos.
Para o acalmar o quarteleiro de serviço disse-lhe:
- Não fique preocupado que os bombeiros já foram para lá.
Com um ar de quem estava perante um facto quase do outro mundo, o homem esbugalhou os olhos, o seu rosto fez uma careta de espanto e repetiu baixinho, talvez com medo de acordar as forças do mundo dos espíritos:
- Já foram “per” lá
É, de facto nós fomos muito rápidos, quem sabe tínhamos capacidades premonitórias, julgou ele claro.
saudações
O Viajante


sábado, 14 de março de 2009

Os Mestres




A minha terra sempre foi uma terra de pescadores e durante muitos anos teve uma frota enorme de traineiras que se dedicavam à pesca da sardinha. A arte do cerco utilizada nessa pesca implicava a utilização de redes de dimensão apreciável que com o tempo vieram a aumentar, levando consequentemente ao aumento do número de tripulantes necessários para a puxar para dentro da embarcação.
A Gestão das tarefas a bordo bem como as decisões de pesca eram da responsabilidade de um homem apenas, o Mestre. As suas decisões representavam a diferença entre haver fartura ou escassez e alguns casos, poucos felizmente, entre a vida e a morte.
Portanto na minha terra Mestre era alguém diferente. Entre outros haviam o Mestre Horácio mecânico, o Mestre Malheiros construtor naval, o Mestre Gil, fundidor, o Mestre Saul, pescador (meu avô), Mestre Joaquim Rogério, construtor civil, e o Mestre Lúcio, barbeiro, onde o meu pai ia de tempos a tempos cortar o seu cabelo.
Estes Mestres tal como todos os outros não necessitam de frequentar escola ou ter diploma. Aprendem com os recursos que a vida lhes dá, temperados com a sua inteligência e uma especial visão das coisas que os rodeiam. Não precisam de correr porque o Caminho faz-se de pequenos passos, não têm de competir porque são únicos, têm de estar apenas atentos à razão primeira que lhes dá o estatuto, ensinar os outros.

“Quando o aluno está pronto o Mestre aparece.”

Saudações


O viajante

sexta-feira, 13 de março de 2009

Me pergunta vai!!


Quando resolvi fazer uns posts de “utilidade pública”, com o título “A segurança começa em nós”, foi com o objectivo de dar alguma informação que numa situação de emergência pudesse ser útil. Claro que eu gosto dos vossos comentários são uma forma de feed-back e de me sentir acompanhado, o que eu agradeço imenso.
Mas apesar de dar os procedimentos eu não aponto todas as situações nem dou soluções para todos os problemas.
Por isso eu gostaria que sempre que eu publique posts deste tipo(ou de outro qualquer), se tivessem alguma dúvida que quisessem ver esclarecida que a colocassem.
Embora eu goste da companhia e até dos elogios, mas sentir-me-ia muito mais bem sucedido.
Obrigado por me darem o prazer de ser meus amigos e me ajudarem a ser melhor no meu Caminho

Um abraço para vocês todos

O Viajante

quinta-feira, 12 de março de 2009

A segurança começa em nós V


Pois é, de facto este post já esteve publicado mas como não fui a tempo de cumprir os procedimentos, bum!! explodiu(estou a brincar claro).

A explosão é a mais perigosa forma de manifestação do fogo. Resulta da inflamação quase instantanea de uma mistura de um combustível (normalmente gás) com o ar, provocado por uma fonte de ignição, um fósforo, uma faísca de um equipamento eléctrico ou até de um interruptor.

Poderá não provocar um incêndio mas a onda de choque que resulta da explosão danifica edificios e mata os seus habitantes devido à destruição de orgãos internos como os pulmões ou o estomago.

Em nossas casas estas situações poderão resultar da avaria de fogões, aquecedores ou esquentadores, ou por não cumprirmos as normas de segurança.
Sempre que se aperceba do cheiro característico que denuncia a fuga de gás adopte os seguintes procedimentos de segurança:

1. Se o comando para desligar energia eléctrica estiver no exterior deverá ser desligado;
2. Feche as válvulas de segurança do contador ou na botija do gás;
3. Ventile a casa, abrindo portas e janelas ;
2. Não fume, não faça lume e apague quaisquer chamas;
3. Não provoque faíscas ou incandescência de qualquer material;
4. Se não puder desligar luz não accione interruptores. nem ligue ou desligue os aparelhos eléctricos;
6. Se a fuga for na garrafa remova-a para o exterior;
7. Se não conseguir parar a fuga saia para o exterior e chame, de imediato, os Bombeiros ou os técnicos especialistas em gás da sua área;
Saudações
O Viajante