quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Bem prega Frei Tomás




Imagem retirada
http://cartunesebonecos.blogspot.com/
Caro Sr. Engº pode fazer o que quiser porque a proxima legislatura está no papo depois do espectáculo que o Dr. Meneses deu na televisão a criticar a presidente do seu partido que foi democráticamente eleita, depois dele ter abandonado sem cumprir o seu mandato, é como se costumava dizer: “trigo limpo farinha amparo”.
Está bem nós sabemos que o PSD é um partido democrático mas a utilização das liberdades deve ser temperada com um pouco de bom senso. Depois da sua liderança desastrosa o mínimo que o país esperava da parte dele era contenção.
Primeiro ela não falava, depois não foi ao Pontal , lá falou agora mas segundo o douto militante não trouxe ideias novas apenas criticou o governo. Impressionante é a semelhança das declarações deste senhor com as do nosso primeiro-ministro.
Posso não concordar com a forma de actuação da sra. Posso até pensar que ela não é lá muito mediática mas que ela tem convicções fortes acerca da maneira de fazer politica lá isso tem.
Na opinião dela a oposição só deve fazer propostas em campanha, fora isso deve de criticar as más politicas do governo. Coincidência ou não o governo nos dias seguintes às declarações da presidente do PSD abriu linhas de crédito para apoio às pequenas e médias empresas.
È claro que esta posição da Dra Manuela Ferreira Leite pode chocar alguns puristas da nossa Democracia que nos querem fazer acreditar que o papel dos partidos não é conseguir e manter o poder mas antes desempenhar uma missão de serviço público, como diria o António Oliveira a bem da nação.
Se assim fosse para que seriam necessários os consultores de imagem e a inflação costumeira de investimentos e inaugurações antes das eleições.
Em relação ao Dr. Meneses eu acho que ele sofre de algum complexo de inferioridade talvez ele gostasse de pertencer à ala dos barões mas esta falta de lealdade e a sua forma provinciana, quase paroquial de fazer politica só pode colocá-lo na ala dos chorões.


Saudações
O Viajante

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

AFINAL PARA QUE SERVE UMA RELAÇÃO?


Uma relação tem que servir antes de tudo para facilitar a vida das duas pessoas envolvidas .
Algumas pessoas que mantém relações apenas para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas,
para evitar a solidão, por dinheiro ou até por preguiça, só irão encontar vazio e frustração.

Uma relação serve para nos sentirmos 100% à vontade com o outro , para que possamos concordar ou discordar dele, para ter sexo divertido e calmo, ou para adormecer profundamente logo após o jantar,

Uma relação serve para ter-mos alguém com quem passear de mãos dadas, com quem ouvir a chuva cair, que nos acorde com um beijo e que mesmo de manhã nos ache bonitos.

Uma relação serve para ter-mos alguém que nos conte histórias, nos leve a um país distante, nem que seja em sonho ou que simplesmente fique em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso

Uma relação serve para nos sentirmos amparados nas nossas inquietações, para nos ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e a fazer com que os dois se divirtam mais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação serve para cobrir as despesas do outro num momento de aperto, ou cobrir as dores num momento de melancolia, abrir uma garrafa de vinho, para o outro abrir o jogo, e para se abrirem os dois ao mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.


(Adaptado de um escrito do Dr. Daruzio Varela )
Saudações
O Viajante

sábado, 6 de setembro de 2008

O Caminho


Eu acredito que quando vimos a este mundo temos uma missão e como tal temos que caminhar o “caminho” que irá permitir levá-la a cabo.
A questão que se coloca é como sabemos que estamos no caminho certo?
Pondo isto de forma simplista eu diria que quando estamos no “caminho” o universo e a vida dão-nos mais “coisas” do que as que pedimos , parece que temos bonus.
Outras vezes olhando as circunstâncias vemos distintamente que aquela é a via que temos que seguir e temos consciência que seria uma perda para nós e para os outros não seguirmos por ela.
Mesmo no caminho certo os problemas surgem porque são necessários para superarmos os nossos medos (karma).
Nada do que acontece no “caminho” é coincidência nem pessoas nem situações por isso não temos que ter sentimentos negativos em relação às pessoas que nos causam dificuldades porque elas também estão a contribuir para a nossa mudança.
Por vezes o caminho é dificil mas as ajudas são grandes. Contudo para as recebermos temos de as pedir, porque tal como os nossos professores na escola nos ajudam também os mestres do Uno estão proximos de cada um de nós para nos iluminar nas nossas tomadas de decisão.
Mas para tomarmos consciência de todas estas coisas temos que ver e ouvir a vida com os olhos e os ouvidos da alma só assim a nossa percepção em sintonia com o Uno poderá ter a noção do “caminho”.


Saudações
O Viajante

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Os pais


Claro que nem todos vimos a este planeta com a missão de sermos pais. Eu, como até hoje o universo não me atribuiu esse desígnio, vou talvez falar de cor e portanto será um testemunho ocular mas não vivido nem sentido.
Há dias uma amiga mandou-me fotos da sua filha no baile de gala da universidade que frequenta. Ao ver as fotos pensei que ela se deveria sentir muito feliz a olhar a sua filha e sentiu necessidade de partilhar essa alegria.
Os filhos são a nossa obra, no fundo eles acabam por ser o nosso reflexo mesmo quando são diferentes de nós, porque a forma como estruturamos a sua personalidade na infância, irá definir a sua atitude em relação aos restantes factores de aculturação.
Os filhos não devem servir para realizarmos os nossos sonhos frustrados, mas para nos realizarmos através dos sonhos deles, constituindo-nos como referência e elemento estabilizador do seu caminho.
Os filhos são o nosso caminho para a imortalidade não só através da genética mas também dos princípios.
Os filhos não surgem na nossa vida por acaso, eles fazem parte da nossa missão.
Para os pais que acolheram filhos doentes ou com deficiências eu gostaria que eles fossem buscar a força para vencerem esta adversidade num pensamento: o meu filho abdicou da sua saúde da sua normalidade por amor a mim, para que eu possa cumprir o que o universo me designou, portanto só me resta retribuir.



Saudações


O Viajante

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Apetece-me um Abraço

O homem arruína mais as coisas com as palavras do que com o silêncio." (Ghandi). Portanto vou gritar no meio do silêncio ensurdecedor destas palavras escritas pelo poeta Vinícius de Moraes que era tão bom ter o aconchego do teu abraço



QUERIA UM ABRAÇO HOJE



DE REPENTE DEU VONTADE DE UM ABRAÇO.

UMA VONTADE DE ENTRELAÇO, DE PROXIMIDADE..

DE AMIZADE. SEI LÁ.

TALVEZ UM ACONCHEGO QUE ENFATIZE A VIDA E

AMENIZE AS DORES...

QUE FALE SOBRE OS AMORES,

QUE SEJA TEIMOSO E AO MESMO TEMPO FORTE.
DEU VONTADE DE PODER REVER SAUDADE DE UM ABRAÇO.


UM ABRAÇO QUE ETERNIZE O TEMPO E PREENCHA TODO ESPAÇO

MAS QUE FAÇA LEMBRAR DO CARINHO,
QUE SURGE DEVAGARZINHO


DA MAGIA DA UNIÃO DOS CORPOS, DAS AURAS.SEI LÁ..

LEMBRAR DO CALOR DAS MÃOS

ACARICIANDO AS COSTAS A DIZER… "ESTOU AQUI."

LEMBRAR DO TRANÇAR DOS BRAÇOS ENVOLVENTES

E SEGUROS AFIRMANDO "ESTOU COM VOCÊ"..

LEMBRAR DA TRANSFUSÃO DE FORÇAS

COM A SUAVIDADE DO MOMENTO...SEI LÁ...

ABRAÇO...ABRAÇO...ABRAÇO...

ABRAÇO...ABRAÇO..ABRAÇO...

ABRAÇO...ABRAÇO...ABRAÇO...

O QUE IMPORTA É A MAGIA DESTE ABRAÇO!

A FUSÃO DE ENERGIA QUE HARMONIZA,

INTEGRA TUDO, E QUE SE TRADUZ

NO COSMO, NO TEMPO E NO ESPAÇO.

SÓ SEI QUE AGORA DEU VONTADE DESSE ABRAÇO!!

QUE AFASTE TODA E QUALQUER ANGÚSTIA.

QUE DESPERTE A LÁGRIMA DA ALEGRIA, E ACALME O CORAÇÃO..

QUE TRADUZA A AMIZADE, O AMOR E A EMOÇÃO.·

E PARA UM ABRAÇO ASSIM SÓ PUDE PENSAR EM VOCÊ....

NESSA SUA ENERGIA, NESSA SUA SENSIBILIDADE

QUE SABE ENTENDER O POR QUÊ...

DESSA VONTADE DESSE ABRAÇO.





Saudações



O Viajante

domingo, 31 de agosto de 2008

O amor depois dos quarenta


Após uma relação de longa duração muitos homens e mulheres são confrontados com uma nova situação resultante de uma separação ou divórcio.
A maioria têm quarenta e mais anos de idade e pensam em reconstruir a sua vida com um novo parceiro/a, o que aparentemente não é facil.
Queixam-se da dificuldade de encontrem parceiros/as da sua idade que pretendam uma relação estável e duradoura que possa inclusive levar a um casamento.
A construção das relações interpessoais, nomeadamente as conjugais. é uma processo difícil que demora muito tempo e que na prática se traduz pela descoberta do outro a nível físico, emocional e até espiritual. Amizade, partilha, cumplicidade, intimidade, compreensão e amor são alguns dos ingredientes necessários ao aparecimento daquilo a que poderemos chamar vida a dois.
Para não repetir os erros da relação anterior institivamento são mais cautelosos/as arriscam menos e ponderam em questões que nem sequer lhes passaram pela cabeça quando se casaram pela primeira vez.
A maioria opta por relacionamentos furtuítos com jantares, onde se vende ao outro uma imagem “soft” e atractiva da nossa personalidade, e que acabam normalmente numa intimidade quase obrigatória, quase com medo de que fiquem com uma ideia errada a seu respeito.
Como dizia uma colega de faculdade em tom de brincadeira: “eu quero é ser amante não tenho pachorra para miúdos, peúgas, tachos e panelas”. È facil conversar e ter relações sexuais mais dificil é ouvir estar presente e ajudar nas situações dificeis.
Mesmo os que se queixam desta superficialidade estão renitentes a correr alguns riscos como o facto de encontrarem alguém que a breve trecho tenha um problem de saúde. O casamento como diz o povo é uma carta fechada, ou seja envolve riscos para as duas partes, e não podemos estar nele apenas para o melhor. Amar é acreditar, se o sentimento que nutrimos por alguém não é suficiente para acreditarmos então temos que ser honestos e seguir em frente, porque a pior covardia é despertarmos o amor numa pessoa sem nunca ter tido a intenção de amá-la.

Saudações


O Viajante

A nossa produtividade


Os portugueses são os menos produtivos da Europa mais um estudo estatístico que nos coloca no primeiro lugar dos últimos.
Claro que a produtividade é medida em função do tempo de trabalho que até há pouco era superior aos outros parceiros europeus .
Então coloca-se a primeira questão: se trabalhamos mais e produzimos menos não será que estamos perante um problema de organização do trabalho?
Se estamos a falar de organização do trabalho então coloca-se a segunda questão: isso não tem que ver com os empresários?
Se isso é da responsabilidade dos empresários coloca-se a terceira questão :porque é eles com os meios de que dispõem não resolveram ainda a situação?
Uma coisa é verdade esta falta de produtividade dos portugueses tem permitido às associações patronais conseguir do poder político uma maior liberalização da legislação laboral e a manutenção salários baixos , com resultados até agora muito reduzidos em termos do aumento do emprego.
Outra coisa tambem é verdade é que a manutenção dos baixos salários não é a resposta aos problemas das empresas porque como diria um eminente economista americano “If you give peanuts all you get are monkeys”.

Saudações

Viajante

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Os radicalismos


O radicalismo seja ele político, social, económico ou religioso, acaba por ser uma manipulação dos verdadeiros princípios doutrinários que estiveram na base das grandes correntes filosóficas.
Para os radicais tudo é legítimo na defesa dos seus princípios, por outras palavras os fins justificam os meios.
Uma das grandes conquistas do nosso tempo com o advento dos regimes democráticos foi a liberdade, que para os republicanos laicos constitui, a par da vida, um valor inalienável e como tal indiscutível.
Contudo esta liberdade de cada um, deveria ter limites, deveria acabar onde começa a dos outros.
Mas os radicais da “santa liberdade” consideram que os seus direitos não têm limites e permitem-se a enxovalhar tudo e todos muitas vezes para causar sensação, vender uns jornais ou para publicitar algumas peças pomposamente chamadas de arte, talvez arte do ridículo.
Nos últimos dias uma peça que parece um brinquedo de fraca qualidade made in china construída por um “artista” alemão está exposta num museu italiano. O que não seria de espantar quando já vi sanitas e outras louças em exposição. Só que esta representa um sapo pregado numa cruz. Se o “artista” em questão esta a relembrar algumas das atrocidades da sua infância ou se não gostou dos Marretas é um direito que ele tem mas se na verdade pretendeu atacar as crenças de alguns milhões de seres humanos em todo o mundo para fazer uns tostões com a polémica, então acho que foi longe demais.
Como diz o povo na sua sabedoria “o que é demais cheira mal”, a liberdade como a maior parte dos direitos só funcionam quando temperados com bom senso.
Temos de ter consciência que numa sociedade democrática o bom senso é o que separa a liberdade da libertinagem.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Felicidade

A felicidade transformou-se no santo graal dos nossos tempos. Toda a gente a procura, alguns conseguem encontrá-la, outros já a tiveram mas perderam-na e outros nunca a encontraram.
Felicidade é no fundo uma situação de bem-estar regulada por múltiplas variáveis, difícil de explicar mas fácil de sentir.
A felicidade não é permanente nem constante não basta encontrá-la e “saboreá-la”, temos, qual planta, de a colocar no solo fértil da amizade, e regá-la com amor, carinho e muita compreensão.
Para uns a felicidade é ter, para outros é dar e para alguns é tirar.
Mas a felicidade é algo que está dentro de nós portanto não vale a pena andarmos à sua procura pelo mundo, porque não é nas coisas que a vamos encontrar, não é nos outros que a vamos descobrir.
Felicidade é uma aura verde-esmeralda que nos cerca e transforma em “ouro” tudo o que tocamos, inclusive as almas dos outros.
Mas para que alguém seja feliz não basta que a sua alma seja tocada é necessário que ele o sinta através do coração e da mente na pureza dos sentimentos.
Respeito as diferentes percepções de realidade mas é com tristeza que vejo muita gente desesperada à procura da felicidade. A esses eu aconselho, purifiquem os sentimentos, afastem todos os sentimentos negativos quer em relação a si, quer em relação aos outros, perdoem a quem vos fez sofrer e tenham paciência para fazer a “travessia do deserto”. Este crescimento espiritual vai fazer a vossa felicidade despontar como uma flor linda e aí eu garanto, vocês vão sentir os toques das almas gémeas.
Saudações
O Viajante

domingo, 24 de agosto de 2008

Mulheres de quarenta


Há alguns dias numa revista de moda vinha um artigo com o titulo “O que as mulheres com mais de quarenta não devem usar”.Neste artigo a sua autora publicava uma lista de peças de vestuário que as quarentonas supostamente não deveriam usar nomeadamente biquini , saias curtas, roupa sem mangas e roupa em pele.
Tanto quanto sei o objectivo da moda é tornar as pessoas bonitas, por outras palavras tem tudo que ver com estética. Portanto, ao considerar apenas o grupo etário o artigo apresenta dois erros: primeiro considera que as mulheres de determinado grupo etário são fisicamente iguais, o que não é verdade e depois não fala do aspecto estético, na medida em que as mulheres com mais de quarenta apenas têm em comum a idade, podem ser altas ou baixas,gordas ou magras, simples ou sofisticadas, lindas ou feias , inteligentes ou não.
Claro que em principio as mulheres acima dos quarenta, pela lei natural das coisas, começam a perder as caracteristicas fisicas que as tornavam atrentes, mas meus caros estamos no século XXI, a industria cosmetica atingiu niveis de sofisticação nunca vistos, o que quer dizer que poderão existir trintonas que não tomem cuidado consigo com aspecto menos jovem do que as quarentonas.
Miudas de quarenta e mais usem tudo que lhes passar pela cabeça, apenas com uma condição: que vos ponha bonitas. Não se preocupem com os homens porque com excepção de uns quantos com questões sexuais por resolver todos eles apreciam a vossa experiência, sofisticação e como diriam os franceses “rafinement”. Tenham em atenção que uma mulher de quarenta tem tudo o que tem uma de vinte mas em dose dupla”.
Quanto aos “especialistas” que “botam” palavra nessas revistas, sugiro que deixem de papaguear o que os supostos gurus da moda dizem e olhem para as mulheres, não as “ideais” ou as "top models" tipo “cabide”, mas as outras com quem nos cruzamos diariamente as esposas as mães as profissionais, aconselhem-nas mas com objectividade para elas ficarem lindas.

Saudações
O Viajante